e aqui eu sinto a telepatia da contiguidade ubiqua.
no vasto azul do espaço cibernético, sinto uma vertigem, um cair, morrer, voltar, voltar-se. Azul piscina, afundar-se, gritar em pensamento para alguém do outro lado da sala. E assim, pergunto-me, repetidas vezes, ouvindo meu próprio eco e sem ouvir a sua resposta: a conversa pelo telefone, é telepática se não ouço sua voz?